Crianças podem dar um trabalhão: gastos enormes, fazer algazarras insanas, exigir atenção, enfim, ser um pesadíssimo fardo para alguns.

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Talvez, fosse melhor fazer como os pais de Joãozinho e Maria do velho conto infantil e largá-las no meio da floresta ou, sendo mais moderno, abandoná-las em uma autoestrada.

É a sensibilidade de quem, mesmo reconhecendo o trabalho que as crianças dão, horroriza-se com a ideia exposta na frase precedente que um vídeo de propaganda na internet quer despertar para a causa de seus idealizadores.

O vídeo mostra uma adorável garotinha ruiva sendo adotada por um casal. Ela claramente ama os novos pais e a irmã (talvez filha biológica deles), mas infelizmente o inocente serzinho começa a chateá-los: desajeitada, suja algumas coisas, fica a rondá-los esperando conseguir atenção quando eles estão ocupados, bagunça o quarto do casal.

O homem e a mulher decidem que a adoção foi um erro. O homem coloca a criança em um carro, leva-a para um lugar distante, para o veículo na estrada e joga a boneca da menina longe.

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A garota vai buscá-la e o pai aproveita para dar o fora; quando a garota volta com a boneca só vê o carro indo embora: ela descobre que acabou de ser abandonada. Então, o telespectador, do ponto de vista de quem está no banco de trás do veículo, vê o homem ajustando o espelho retrovisor e nesse vê que ao lado da bonequinha não está uma menina, está um cachorro, que observa triste seu dono partir no carro.

A pergunta que o vídeo quer que os telespectadores façam a si mesmos é: se não é justo abandonar uma criança porque ela dá trabalho, será justo abandonar um animal indefeso porque ele dá trabalho?

No final do vídeo, ao lado da imagem do cãozinho abandonado, aparece a mensagem “Be responsible. Give, adopt wisely” (significa “Seja responsável. Dê, adote com sabedoria” em português).

Enfim, o objetivo é estimular o senso de responsabilidade das pessoas, para que não adotem um animal impulsivamente e depois o abandonem, ajudando a agravar o problema dos animais sem lar.

Adotar um animal não pode ser um capricho, deve ser uma decisão tomada de forma madura depois de pensar bem. Um animal acaba por ser como um membro da família – como uma adorável menina ruiva.

Veja o vídeo:

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